Recessão e telefonia: quando a conta não fecha


Sou Robert Sena da Silva profissional de SEO – Search Engine Optimization desde 2012. Iniciei minha carreira com no Marketing Digital fazendo um pouco de cada área como Links Patrocinados Google AdWords, SEO, Social Media e “quebrava um galho como Frot-End era literalmente um eu Marketing Digital. mas isso fez eu me tornar uma profissional mais completo e pensar além das oportunidades To change this standard text, you have to enter some information about your self in the Dashboard -> Users -> Your Profile box. Saiba mais


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O brasileiro já está relativamente acostumado às crises periódicas da economia mas, mesmo assim, ela sempre pega muitos com as calças na mão. É comum, inclusive, que empresas de médio e grande porte se vejam acuadas frente ao monstro da vez, sabia? Mesmo com uma equipe de gestão interna dedicada, detalhes podem passar despercebidos e acabar comprometendo todo o negócio com gastos altos que poderiam ter sido evitados.

Os gastos com telefonia são um dos maiores vilões neste caso. Toda empresa precisa de telefone, claro, tanto para receber ligações quanto para fazer ligações. E quanto maior e mais departamentalizada for a empresa, mais linhas serão necessárias. Quanto mais linhas, mais uso, e quanto mais uso… mais caro fica. Mas como reduzir os gastos com telefonia sem comprometer o andamento dos trabalhos? Separamos uns toques (trocadilhos à parte) para te dar uma luz.

Qual é a sua operadora?

A primeira coisa que o setor financeiro costuma pensar é: “essa operadora é a mais barata, ou tem uma com preço melhor pra qual devamos migrar?”. E é um pensamento válido! Todo gestor sabe que tudo ,TUDO começa pela boa e velha pesquisa de campo. Conferir as operadoras onde sua empresa atua, se reunir com os diretoras delas e dar aquela boa barganhada no tarifário é um bom começo. Se você pretende mudar de operadora, converse com cada uma em separado e obtenha delas as melhores propostas possíveis para o seu caso.

Prazer. BYOD.

Já ouviu essa sigla BYOD? É a abreviação de Bring Your Own Device – ou “Traga Seu Próprio Aparelho”. Em negociações com empresas, é comum que as empresas de telefonia, além do pacote de linhas, ofereça também os aparelhos. Claro que isso não vem de graça, e como eles não são bobos, oferecerão aparelhos de última geração (leia-se “mos mais caros”). Por vaidade, as empresas acabam aceitando, porque imagine todos os seus funcionários com o iPhone mais novo? Muito chique. Mas sai muito caro, e é nesse ponto que o BYOD funciona: se a empresa adquirir apenas as linhas e estimular os colaboradores a utilizar os próprios aparelhos que já possuem, os custos caem MUITO. Pense com carinho nessa ideia.

Negociação e renegociação

Se sua ideia é manter a operadora atual, a mesma ideia é válida: sente-se com os diretores dela e renegocie as tarifas. Sabemos que elas são corrigidas todos os anos, não é? Quem sabe você não consiga retroceder às tarifas do ano passado, ou até anos anteriores? Para uma operadora de telefonia séria, um cliente corporativo é sempre um contrato importante e que não se deve perder. Coloque seu talento de barganha pra funcionar!

Ação pós-migração

Você migrou de operadora através da portabilidade para uma com tarifas mais baixas? Ótimo. O pessoal todo já está sabendo? Perfeito! Mas me diga uma coisa: vocês mudaram a operadora de longa distância nas agendas dos aparelhos? Cada operadora tem um código para realizar DDD a preços mais baixos – e é possível usar outra operadora de longa distância, também, mas sai bem mais caro. E imagine todas as linhas da sua empresa usando essa outra operadora?? A conta vai ficar mais alta do que estava antes da migração! Portanto, chame o pessoal e oriente-os a mudar para a operadora de DDD nova no mesmo dia da migração.

Conta com erros e auditoria

Toda opradora de telefonia manda a conta com “pequenos errinhos”. Ups! Sim, isso pode acontecer (sem querer, espero). Mas estes “errinhos” somados representam milhares (milhões?) de reais que você poderia ter economizado e transferido para outro setor da sua empresa. Portanto, seu departamento financeiro deve ter o hábito de realizar verificações – e quando for o caso, auditorias nas contas passadas, a fim de identificar cobranças indevidas (por exemplo, serviços de jogos, internet, minutos a mais, etc.) e acionar a operadora para que ela as corrija. Vale ressaltar que a identificação de erros deste tipo podem ser feitos em contas de até três anos, mesmo depois de pagas.

Linhas inativas? Pra que?

Algumas telefonias oferecem pacotes atraente com múltiplas linhas para empresas – às vezes mais linhas do que o necessário. Que tal dar uma verificada em quantas linhas sua empresa não usa e cortá-las do plano contratado? Eis aí uma ótima hora, aliás, para dar “aquela” barganhada no preço das tarifas, já que são linhas que você esta liberando para que a operadora venda para outros clientes – sem contar no alívio para a banda de transmissão das antenas. Tecnicamente, é um ótimo negócio para as operadoras!

Divide a conta

Se sua empresa tem mais de uma unidade, uma grande ideia é dividir os custos de telefonia com todas elas (normalmente é só a sede quem paga). Com isso, todos os colaboradores vão se sentir responsáveis pelo valor da conta e eles mesmos vão se policiar quanto ao uso indiscriminado do telefone.

 

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